quinta-feira, 4 de abril de 2013
quarta-feira, 3 de abril de 2013
Lançamento da Obra: Agostinho Neto e a Libertação de Angola 1949-1974
QUINTA FEIRA DIA 4/4/2013
Apresentador: Belarmino Van-Dúnem – Fundação Antonio Agostinho Neto
Programa
16:30: Credenciamento;
17:00: Sessão de Lançamento da obra: Agostinho Neto e a Liberação de Angola 1949-1974;
19:00: Coffee Break e Encerramento;
Local: Centro de Excelência em Turismo da Universidade de Brasília - UnB
*SEMANA ANGOLANA NA UNIVERSIDADE DE BRASILIA*
Em alusão ao 11º aniversário, data consagrada á Paz e a Reconciliação Nacional de Angola.
17:00: Sessão de Lançamento da obra: Agostinho Neto e a Liberação de Angola 1949-1974;
19:00: Coffee Break e Encerramento;
Local: Centro de Excelência em Turismo da Universidade de Brasília - UnB
*SEMANA ANGOLANA NA UNIVERSIDADE DE BRASILIA*
Em alusão ao 11º aniversário, data consagrada á Paz e a Reconciliação Nacional de Angola.
terça-feira, 2 de abril de 2013
Angola abriga 14% das franquias brasileiras que estão no exterior
O país africano atrai pequenas empresas pelo crescimento econômico e proximidade cultural
Enquanto as atenções no mundo dos negócios têm se voltado para o Brasil, há micro e pequenos empresários que planejam expansão fora da fronteira nacional por meio de franquias, redes conhecidas e consolidadas no Brasil. E um destino bastante atrativo para essas marcas é Angola, um dos países mais desenvolvidos do continente africano que também tem o português como seu primeiro idioma.
leia mais em - http://brasilangola.com.br/noticias_economia.html
segunda-feira, 1 de abril de 2013
Ano do Brasil em Portugal: Max Viana e Ivan Lins
são os nomes que se seguem
Os músicos brasileiros passam esta semana pelo Espaço Brasil, em
Lisboa, no âmbito da programação do Ano do Brasil em Portugal.
Lisboa - O Ano do Brasil em Portugal leva esta semana
à capital portuguesa mais uma série de concertos de alguns dos maiores valores
da música popular brasileira (MPB). Max Viana e Ivan Lins são os nomes que se
seguem na programação do Espaço Brasil, em Lisboa, com entradas a 10 euros.
Max Viana, filho de Djavan, apresenta-se em Lisboa na
quinta-feira, 4 de abril, acompanhado por Sílvia Machete. O show do cantor e
compositor brasileiro, que em janeiro completou 40 anos, depois de ter lançado
três discos no mercado, está marcado para as 22h.
A 5 e 6 de abril, também às 22h, sobe ao palco do Espaço Brasil
o compositor brasileiro Ivan Lins. Nesta apresentação em dose dupla na capital
portuguesa Ivan Lins actuará em conjunto com Flávio Venturini.
Na programação musical do Espaço Brasil a semana terminará, no
domingo, com um espectáculo da jovem fadista portuguesa Raquel Tavares, que
protagonizará, às 17h, mais uma edição do momento "Um olhar português
sobre a música brasileira".
Ainda durante o corrente mês de abril o Ano do Brasil em
Portugal terá "shows" de DJ Dolores e a Orquestra Santa Massa, do
Grupo Semente e da banda Bossacucanova.
terça-feira, 26 de março de 2013
Com atividades suspensas na Angola, Igreja Universal
estaria convocando fiéis por SMS para orarem em frente aos templos
![]() |
| Cartaz do evento Dia do Fim |
Com as atividades suspensas na Angola, por conta das
investigações sobre a fatídica tarde do dia 31 de dezembro de 2012, quando 16
pessoas morreram no evento “Dia do Fim” devido à superlotação do local onde a
celebração era realizada, a Igreja Universal do Reino de Deus estaria enviando sms
para os fiéis irem à porta dos templos para orar.
O
governo do país determinou que todas as atividades da IURD e de outras
denominações “neopentecostais”, como a Igreja Mundial do Reino de Deus, fossem
suspensas. Como forma de manter os fiéis envolvidos com a denominação, pastores
estariam fazendo cultos secretos em suas casas.
Os
contatos por sms convocam os membros da Universal a orarem na porta dos
templos, e segundo o portal Angonotícias,
seria uma forma de pressionar as autoridades angolanas. A suspensão das
atividades das igrejas no país foi estabelecida por um prazo inicial de 60
dias, e a contar da data de vigência, restariam apenas 13 dias. Há o temor que
o governo prorrogue o prazo, caso as investigações não tenham sido concluídas.
“Venha
fazer a sua oração na porta da igreja”, diz o sms recebido pelos fiéis, que em
muitos casos, atendem aos apelos.
Procurado
pela reportagem do portal Angonotícias, o bispo Bartolomeu, líder da IURD de
Luanda, afirmou que não tem conhecimento do envio de mensagens de texto para os
fiéis: “Não tenho conhecimento dessa atividade”, disse, alegado que a cúpula da
denominação não tem qualquer ligação com a aglomeração feita pelos fiéis nas
redondezas dos templos.
Entretanto,
um dos fiéis abordados pela reportagem confirmou que estão havendo cultos
domiciliares e reuniões nas portas das igrejas, e reafirma o desejo de ver a
IURD voltar às atividades: “O fato de o Governo ter suspendido as nossas
atividades não quer dizer que deixemos morrer a nossa fé. Temos orado muito e
sabemos que o diabo não sairá vencedor e que conseguiremos ultrapassar essa
situação”, afirmou Adão, que garantiu ter recebido mensagens de texto e disse
não se importar com as origens: “Também recebi mensagens e faço questão de
partilhá-las, para que mais pessoas tenham a oportunidade de participar nesta
importante corrente”, pontuou.
segunda-feira, 25 de março de 2013
Associação Empresarial de Portugal procura oportunidades no Brasil
Associação Empresarial de Portugal procura oportunidades no Brasil: A AEP repetirá em maio a sua participação na feira Hospitalar, em São Paulo, onde no ano passado se apresentou com oito empresas portuguesas, no que qualificou como "uma proveitosa participação".
domingo, 24 de março de 2013
Leci pede que MP Federal investigue racismo na UFMG
Da Redação
S. Paulo - A deputada estadual Leci Brandão (PCdoB), a
única negra entre os 94 deputados da Assembléia Legislativa de São Paulo, quer
que o Ministério Público Federal do Estado de Minas investigue a prática de
crime de racismo por parte dos estudantes de Direito da Universidade Federal de
Minas Gerais (UFMG) que – no trote para recepcionar calouros – pintaram de
preto e acorrentaram uma estudante e escreveram num cartaz “caloura Chica da
Silva”.
A deputada ficou
indignada com o trote racista dos estudantes mineiros e disse que “os fatos
relatados, apesar de terem acontecido no estado de Minas Gerais, dizem respeito
a todos os brasileiros e atingem gravemente a população negra, na medida em que
incita a discriminação racial. Como cidadã brasileira e mulher negra, sinto-me
no legítimo direito de solicitar a apuração desse caso.”
Em ofício
endereçado ao Procurador chefe do Ministério Público Federal de Minas, Adailton
Ramos do Nascimento, Leci argumenta que a investigação se faz necessária porque
há fortes indícios de crime de racismo cometidos por estudantes veteranos na
ralização de trote aos alunos calouros”.
Segundo a
parlamentar as fotos com a caloura acorrentada, representando “Chica da Silva”
chocaram o país e configuram a violação da Lei 7.716/89, que pune, “com
reclusão de um a três anos e multa, praticar, induzir ou incitar a
discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência
nacional”.
Os estudantes do
Curso de Direito da UFMG durante o trote também amarraram um calouro numa pilastra
e fizeram a saudação nazista. Alguns ostentavam bigodes semelhantes ao do líder
nazista, responsável pela morte de 6 milhões de judeus, negros, ciganos, Adolf
Hitler.
Veja a íntegra da
carta enviada por Leci ao Procurador-chefe do Ministério Público Federal de
Minas.
Excelentíssimo
Senhor Doutor Adailton Ramos do Nascimento Procurador-Chefe do Ministério
Público Federal do Estado de Minas Gerais
Eu, Leci Brandão,
Deputada Estadual por São Paulo, venho por meio dessa solicitar que o
Ministério Público Federal em Minas Gerais inicie uma investigação a respeito
dos acontecimentos de sexta-feira, 15 de março de 2013, ocorridos nas
dependências da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais).
A investigação se
faz necessária porque há forte indício de crime de racismo cometidos por
estudantes veteranos na realização de “trote” aos alunos calouros.
Foi divulgado em
diversos veículos de comunicação da imprensa brasileira e em redes sociais que
alguns alunos pintaram uma nova aluna de preto, acorrentaram suas mãos e
pregaram-lhe um cartaz de papelão com os escritos “Caloura Chica da Silva”
reportando-se a uma escrava negra, o que contraria frontalmente o artigo 20 da
Lei Federal 7.716/1989, segundo o qual é crime punível com reclusão de um a
três anos e multa, praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito
de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional.
Os fatos relatados,
apesar de terem acontecido no estado de Minas Gerais, dizem respeito a todos os
brasileiros e atingem gravemente a população negra, na medida em que incita a
discriminação racial. Como cidadã brasileira e mulher negra, sinto-me no
legítimo direito de solicitar a apuração desse caso.
Diante dos fatos
acima citados, solicito abertura de investigação e, caso os indícios se comprovem,
solicito ordenar à UFMG Universidade Federal de Minas Gerais, que sejam
adotadas as medidas criminais cabíveis.
Cordialmente,
LECI BRANDÃO
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